Recentemente situações envolvendo a nova Crise Econômica colocou em "cheque" o que eram grandes potências econômicas.
A Crise levou grandes países a passarem por questões adversas, gerando situações incomuns em alguns países, como por exemplo, protestos na maioria deles.
A questão é complexa, pois apesar de não ser gerada pela população, é ela quem paga o preço, com o aumento do desemprego, corte de verbas e até o aumento significativo na pobreza, como é o caso dos Estados Unidos.
Além de todas estas questões político econômicas, a Crise trouxe a revolta e indignação a população, mas por que só agora?
Podemos observar no histórico destes países que estas questões citadas acima não eram significativas a ponto de gerar um protesto de longa escala, quem imaginaria que a população de uma das maiores potências mundiais iria chegar a um nível de pobreza e desemprego superior a 40%? Fatores como este geram revolta, mas antes de mais nada, observamos que este público que é afetado, é o público que está indo as ruas protestar e reivindicar melhoras na economia, afinal, o povo não tem culpa.
O site da globo divulgou uma notícia afirmando que há protestos em 82 países, manifestações são esperadas em 951 cidades neste sábado(15), saiba mais, na Alemanha, 5 mil pessoas, segundo a polícia local, se reuniram diante da sede do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt etc. Ainda lembramos também, das recentes "revoluções" nos países árabes contra poderes autoritários.
Por outro lado, uma matéria feita pelo telejornal Bom Dia Brasil mostrou uma questão ainda mais preocupante.
Me diz quem não conhece um amigo que reclame do governo e do descontrole de verbas por parte do poder legislativo!
O Brasíl é descaradamente o país mais desigual do mundo e ao contrário do que acabamos de ver, nós não estamos se quer desligando a tv para sair e protestar contra essa desigualdade.
Sabemos reclamar, mas quando há uma oportunidade para realmente fazer algo, como por exemplo os protestos que houve contra a corrupção em vários Estados do Brasil, em um Estado do tamanho de São Paulo, reuniu em média apenas 1.300 pessoas, e o restante no máximo divulga no facebook (e olhe la!), e na hora que a crise aparecer por aqui, então vamos levantar a seguinte questão: A culpa é de quem?
Veja o vídeo da matéria do Bom dia Brasil.
Comentários
Tomei várias borrachadas nesse período. Logo depois fui parar pra prestar atenção, a molecada estava recuando e a cada dia menos pessoas estavam lutando pela causa... Isso tudo esta acontecendo por infelizes que reclamam e não agem. Quem sabe após o colapso total eles acordem?