Nesse fim de semana (18 e 19/05) aconteceu na Capital de Sampa mais uma edição da Virada Cultural, e como não poderia ser diferente, lá fomos nós avaliar e cutucar a sempre e péssima organização, mas claro, também temos esperança de que um dia isso mude!
Nessa edição da Virada teve coisas boas, belas apresentações e shows bons de se ver, mas como sempre teve o outro lado, e segue a rotina de arruma aqui, desarruma ali.
Nessa edição Lobão fez um show forte e bem a sua característica, teve Daniella Mercury com o Zimbotrio fazendo um bom show e utilizando de muito oportunismo para alfinetar o Deputado Feliciano, com dizeres contra a homofobia etc. e até parece que foi a virada do desabafo, onde o rapper Emicida também aproveitou para alfinetar o próprio Lobão no palco Rio Branco, teve o senador Eduardo Suplicy sendo assaltado e fazendo apelo no palco pela devolução de seus bens e até cantou Bob Dylan!
O que no ano passado deu problema esse ano foi resolvido, os Chefs e o ambiente reservado para alimentação ao público funcionou bem, pelo menos o rango foi salvo!
E não podemos esquecer que um dos pontos mais fortes foi a apresentação de A Banca, banda comandada pelo Champignom, ex-baixista do Charlie Brown Jr. que fez um belo tributo, emocionando a todos os presentes.
Enfim, teve muitas apresentações de encher os olhos e os ouvidos, mas nós não podemos nos encantar com o que é ilusório e momentâneo, pois a falta de segurança e má organização ainda prevalecem em um evento que muda a cara de São Paulo.
Muitos reclamaram da falta de segurança, arrastões, assaltos, brigas e da omissão da polícia presente justamente para conter este tipo de coisa, infelizmente ainda não podemos participar de eventos que nos agreguem valor, como este por exemplo, sem que fiquemos inseguros, até o fim da primeira metade do evento a polícia já havia confirmado uma morte e 6 pessoas baleadas no evento, mas ainda assim perguntamos: Por que nos preocupar com isso quando nos outros 365 dias do ano este número é muito maior? Observando por este ponto continuamos a ter os shows como novidade e a violência como participante intruso do evento.
Se não temos capacidade para controlar um evento desse, quem dirá uma Copa do Mundo!
True Story.
Nessa edição da Virada teve coisas boas, belas apresentações e shows bons de se ver, mas como sempre teve o outro lado, e segue a rotina de arruma aqui, desarruma ali.
Nessa edição Lobão fez um show forte e bem a sua característica, teve Daniella Mercury com o Zimbotrio fazendo um bom show e utilizando de muito oportunismo para alfinetar o Deputado Feliciano, com dizeres contra a homofobia etc. e até parece que foi a virada do desabafo, onde o rapper Emicida também aproveitou para alfinetar o próprio Lobão no palco Rio Branco, teve o senador Eduardo Suplicy sendo assaltado e fazendo apelo no palco pela devolução de seus bens e até cantou Bob Dylan!
O que no ano passado deu problema esse ano foi resolvido, os Chefs e o ambiente reservado para alimentação ao público funcionou bem, pelo menos o rango foi salvo!
E não podemos esquecer que um dos pontos mais fortes foi a apresentação de A Banca, banda comandada pelo Champignom, ex-baixista do Charlie Brown Jr. que fez um belo tributo, emocionando a todos os presentes.
Enfim, teve muitas apresentações de encher os olhos e os ouvidos, mas nós não podemos nos encantar com o que é ilusório e momentâneo, pois a falta de segurança e má organização ainda prevalecem em um evento que muda a cara de São Paulo.
Muitos reclamaram da falta de segurança, arrastões, assaltos, brigas e da omissão da polícia presente justamente para conter este tipo de coisa, infelizmente ainda não podemos participar de eventos que nos agreguem valor, como este por exemplo, sem que fiquemos inseguros, até o fim da primeira metade do evento a polícia já havia confirmado uma morte e 6 pessoas baleadas no evento, mas ainda assim perguntamos: Por que nos preocupar com isso quando nos outros 365 dias do ano este número é muito maior? Observando por este ponto continuamos a ter os shows como novidade e a violência como participante intruso do evento.
Se não temos capacidade para controlar um evento desse, quem dirá uma Copa do Mundo!
True Story.



Comentários