Nos últimos dias vimos nos canais de comunicação novas ondas de manifestações, principalmente no Rio e em São Paulo, agora, com o foco um pouco diferente, as ações tem à frente o Black Bloc (grupo geralmente anarquista que prega a destruição do patrimonio governamental).
Na ultima manifestação em São Paulo, os organizadores eram alunos da USP que cobram maior participação política na instituição, cuja reitoria também está tomada.
Tanto no Rio quanto em São Paulo, a polícia voltou a ser truculenta, voltando a utilizar balas de borracha em São Paulo, e no Rio a truculência foi além do limite, policiais chegaram a utilizar armas letais contra os manifestantes.
Há no momento atual, um maior número de adeptos ao Black Bloc, tornando sempre as manifestações em pauleira geral, depredações, destruição e no fim, sempre acaba em confronto com a polícia.
O que se vê também, (e não é novidade) é uma mídia fraudulenta e sem vergonha, que em favor do Estado, sempre mostrará o lado da quebradeira por parte de manifestantes, mas nunca se vê, por exemplo, uma conclusão nas denúncias contra os "mensaleiros."
Uma mídia que nunca irá mostrar vídeos como esse abaixo, ou imagens como essa ao lado, que mostram ações despreparadas e tendenciosas. Imagens que com certeza revoltam a população, como o vídeo que mostra a detenção de um motorista de ônibus no Rio, de forma agressiva, desnecessária, e ainda por cima, injusta.
Observando "n" situações cotidianas, o sentimento de revolta infla com as ações desorganizadas e despreparadas da polícia, muito pior é quando os que tem que ser a segurança da população, na verdade são os prórprios criminosos, os que se envolvem com traficantes em troca de misérias.
Nas manifestações passadas, o pedreiro Amarildo sumiu do mapa, sendo comprovada agora sua morte, que contou com tortura por parte de policiais do Rio de Janeiro.
Como vamos ficar de fato, acomodados com coisas desse tipo acontecendo em nosso país? Com bancos que faturam mais do que 7 países em um ano, reclamando de uma porta quebrada? Com professores sendo espancados por alunos e não tendo a quem recorrer? A culpa é de quem?
DO ESTADO!
Isso mesmo, do estado, mas temos que lembrar que tudo o que compõe nada mais é do que pessoas, de caráter e personalidades diferentes, com valores diferentes.
Percebemos recentemente que a população se mostra perdida com algumas questões, que ainda não se sabe exatamente para onde devemos ir.
O Caso mais recente, o vídeo do motociclista sendo assaltado, que resultou em um dos criminosos baleado, criou polêmica e discussão. (veja o vídeo abaixo)
Como sempre, os adeptos dos Direitos Humanos (dos criminosos) criticaram a ação, cristãos ativistas também disseram que não se deve agir assim, pois há de ter o perdão etc. Isso porque o ladrão não chegou a falecer.
Em meio a tudo isso, a questão que fica é: de que lado realmente estamos? Dos manifestantes, que destroem por ódio do poder público, tão ineficiente e rídiculamente desorganizado? Dos policiais que utilizam do "ar de ditadura" para espancar e atirar nos manifestantes? Dos policiais que agem contra roubos e furtos, salvando a dignidade das pessoas? Ou dos próprios bandidos, tanto os de havaianas, quanto os de ternos e gravatas, que assaltam na cara dura a população?
E podemos incluir outra questão: O que estamos fazendo de fato para mudar tudo isso?
Chegamos a um ponto onde a intolerância se tornou algo fundamental para atingir a atenção dos engravatados, mas muitas pessoas não sabem como utilizar de fato essa intolerância do lado positivo, simplesmente por acharem que o governo irá mudar, ou que com muito bla bla bla se muda um país, de que o problema é a estrutura social, de que os bandidos não tem culpa por que muitos não tiveram oportunidades na vida (muitos não quer dizer todos).
O vídeo do assalto deixou muita gente com a sensação de justiça feita, com a alma lavada, com aquela sensação de que tudo o que acontece há um problema a menos agora, com o espírito do que realmente paira no ar atualmente, a população está sentindo injustiça, incapacidade do poder público, falta de estrutura e tudo mais que assola esse país, e tudo isso já está a flor da pele, a panela de pressão já está no limite, e o reflexo está nas ruas.
E se a culpa não é de nenhum dos citados acima, de quem será? Creio que do motorista de ônibus não é!
Na ultima manifestação em São Paulo, os organizadores eram alunos da USP que cobram maior participação política na instituição, cuja reitoria também está tomada.
Tanto no Rio quanto em São Paulo, a polícia voltou a ser truculenta, voltando a utilizar balas de borracha em São Paulo, e no Rio a truculência foi além do limite, policiais chegaram a utilizar armas letais contra os manifestantes.
Há no momento atual, um maior número de adeptos ao Black Bloc, tornando sempre as manifestações em pauleira geral, depredações, destruição e no fim, sempre acaba em confronto com a polícia.
O que se vê também, (e não é novidade) é uma mídia fraudulenta e sem vergonha, que em favor do Estado, sempre mostrará o lado da quebradeira por parte de manifestantes, mas nunca se vê, por exemplo, uma conclusão nas denúncias contra os "mensaleiros."
Uma mídia que nunca irá mostrar vídeos como esse abaixo, ou imagens como essa ao lado, que mostram ações despreparadas e tendenciosas. Imagens que com certeza revoltam a população, como o vídeo que mostra a detenção de um motorista de ônibus no Rio, de forma agressiva, desnecessária, e ainda por cima, injusta.
Observando "n" situações cotidianas, o sentimento de revolta infla com as ações desorganizadas e despreparadas da polícia, muito pior é quando os que tem que ser a segurança da população, na verdade são os prórprios criminosos, os que se envolvem com traficantes em troca de misérias.
Nas manifestações passadas, o pedreiro Amarildo sumiu do mapa, sendo comprovada agora sua morte, que contou com tortura por parte de policiais do Rio de Janeiro.
Como vamos ficar de fato, acomodados com coisas desse tipo acontecendo em nosso país? Com bancos que faturam mais do que 7 países em um ano, reclamando de uma porta quebrada? Com professores sendo espancados por alunos e não tendo a quem recorrer? A culpa é de quem?
DO ESTADO!
Isso mesmo, do estado, mas temos que lembrar que tudo o que compõe nada mais é do que pessoas, de caráter e personalidades diferentes, com valores diferentes.
Percebemos recentemente que a população se mostra perdida com algumas questões, que ainda não se sabe exatamente para onde devemos ir.
O Caso mais recente, o vídeo do motociclista sendo assaltado, que resultou em um dos criminosos baleado, criou polêmica e discussão. (veja o vídeo abaixo)
Como sempre, os adeptos dos Direitos Humanos (dos criminosos) criticaram a ação, cristãos ativistas também disseram que não se deve agir assim, pois há de ter o perdão etc. Isso porque o ladrão não chegou a falecer.
Em meio a tudo isso, a questão que fica é: de que lado realmente estamos? Dos manifestantes, que destroem por ódio do poder público, tão ineficiente e rídiculamente desorganizado? Dos policiais que utilizam do "ar de ditadura" para espancar e atirar nos manifestantes? Dos policiais que agem contra roubos e furtos, salvando a dignidade das pessoas? Ou dos próprios bandidos, tanto os de havaianas, quanto os de ternos e gravatas, que assaltam na cara dura a população?
E podemos incluir outra questão: O que estamos fazendo de fato para mudar tudo isso?
Chegamos a um ponto onde a intolerância se tornou algo fundamental para atingir a atenção dos engravatados, mas muitas pessoas não sabem como utilizar de fato essa intolerância do lado positivo, simplesmente por acharem que o governo irá mudar, ou que com muito bla bla bla se muda um país, de que o problema é a estrutura social, de que os bandidos não tem culpa por que muitos não tiveram oportunidades na vida (muitos não quer dizer todos).
O vídeo do assalto deixou muita gente com a sensação de justiça feita, com a alma lavada, com aquela sensação de que tudo o que acontece há um problema a menos agora, com o espírito do que realmente paira no ar atualmente, a população está sentindo injustiça, incapacidade do poder público, falta de estrutura e tudo mais que assola esse país, e tudo isso já está a flor da pele, a panela de pressão já está no limite, e o reflexo está nas ruas.
E se a culpa não é de nenhum dos citados acima, de quem será? Creio que do motorista de ônibus não é!


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