Atualmente, os shoppings de todo o país se encontram em preparação contra os eventos denominados "rolezinhos", criado por jovens das periferias.
Isso se deve a repercussão que o evento criou no país, mas acima de tudo, a tal atitude de repúdio também mostra a fragilidade da moral do brasileiro, expressando indiretamente ou de forma oportunista seu preconceito com os mais pobres.
Há agora, inúmeros textos e informações transitando na mídia nacional, levando diferentes opiniões de diferentes pontos de vistas, alguns coerentes outros nem tanto.
O que de fato aconteceu, é que novamente a sociedade (talvez de forma inconsciente), levou ao poder público mais um grande problema para tirar o sono do mesmo, a reunião do povo, seja por qual for o motivo, preocupa e leva a ação imediata de repressão sem antes ouvir as partes envolvidas.
Os chamados rolêzinhos apareceram no mês de dezembro, inicialmente em alguns shoppings, criando polêmica desde o princípio, depois que foi alegado um arrastão e saques nas lojas, pessoas que frequentavam o shopping ficaram assustadas e comerciantes fecharam as portas, mas agora, quando ja se estabeleceu que o evento não tem o objetivo de baderna (é o que diz um dos participantes), o grande bloqueio continua com aval da justiça.
Os shoppings passaram a proibir a entrada de jovens menores e prometeram aplicar uma multa de dez mil reais para quem for pego "causando" em locais privados.
Os eventos fizeram Dilma se reunir com governos para debater o caso, e o planalto teme que isso tenha a evolução das manifestações em junho de 2013, e não é para menos! Grupos passaram a aderir e apoiar os roles, e passaram a organizar os rolezinhos das manifestações contra o preconceito, desigualdade social e o racismo, e o governo teme até mesmo a participação de grupos do Black Bloc nessa evolução.
Independente disso,existem questões importantes a serem levados em consideração, uma vez que os participantes do evento infringiram a "lei" perturbando o sossego.
Há direitos e deveres envolvidos, e que ja foi muito discutido entre poderes, mas acima de tudo o debate se deve ao fato de os tais eventos geralmente não estarem sendo organizados com nenhum vínculo de melhoria social, causando apenas tumulto e baderna, o que é um prato cheio para burgueses preconceituosos.
Mas também não é de se surpreender que pessoas pensem dos eventos, e que levem a pensarem mal de jovens que dizem querer aparecer de tal forma, quando poderiam estar trabalhando, estudando ou lutando por melhorias.
Porém, o preconceito quase estampado em faixas e a repressão policial existente para conter os eventos, assim como foi nas manifestações em junho do ano passado, nos fazem apenas chegar a uma conclusão: A liberdade de expressão praticamente não existe mais, e quem tem não sabe utilizar, infelizmente.
Isso se deve a repercussão que o evento criou no país, mas acima de tudo, a tal atitude de repúdio também mostra a fragilidade da moral do brasileiro, expressando indiretamente ou de forma oportunista seu preconceito com os mais pobres.
Há agora, inúmeros textos e informações transitando na mídia nacional, levando diferentes opiniões de diferentes pontos de vistas, alguns coerentes outros nem tanto.
O que de fato aconteceu, é que novamente a sociedade (talvez de forma inconsciente), levou ao poder público mais um grande problema para tirar o sono do mesmo, a reunião do povo, seja por qual for o motivo, preocupa e leva a ação imediata de repressão sem antes ouvir as partes envolvidas.
Os chamados rolêzinhos apareceram no mês de dezembro, inicialmente em alguns shoppings, criando polêmica desde o princípio, depois que foi alegado um arrastão e saques nas lojas, pessoas que frequentavam o shopping ficaram assustadas e comerciantes fecharam as portas, mas agora, quando ja se estabeleceu que o evento não tem o objetivo de baderna (é o que diz um dos participantes), o grande bloqueio continua com aval da justiça.
Os shoppings passaram a proibir a entrada de jovens menores e prometeram aplicar uma multa de dez mil reais para quem for pego "causando" em locais privados.
Os eventos fizeram Dilma se reunir com governos para debater o caso, e o planalto teme que isso tenha a evolução das manifestações em junho de 2013, e não é para menos! Grupos passaram a aderir e apoiar os roles, e passaram a organizar os rolezinhos das manifestações contra o preconceito, desigualdade social e o racismo, e o governo teme até mesmo a participação de grupos do Black Bloc nessa evolução.
Independente disso,existem questões importantes a serem levados em consideração, uma vez que os participantes do evento infringiram a "lei" perturbando o sossego.
Há direitos e deveres envolvidos, e que ja foi muito discutido entre poderes, mas acima de tudo o debate se deve ao fato de os tais eventos geralmente não estarem sendo organizados com nenhum vínculo de melhoria social, causando apenas tumulto e baderna, o que é um prato cheio para burgueses preconceituosos.
Mas também não é de se surpreender que pessoas pensem dos eventos, e que levem a pensarem mal de jovens que dizem querer aparecer de tal forma, quando poderiam estar trabalhando, estudando ou lutando por melhorias.
Porém, o preconceito quase estampado em faixas e a repressão policial existente para conter os eventos, assim como foi nas manifestações em junho do ano passado, nos fazem apenas chegar a uma conclusão: A liberdade de expressão praticamente não existe mais, e quem tem não sabe utilizar, infelizmente.

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