Nos últimos anos, de tempos em tempos, surgem novas metas e iniciativas sustentáveis, por partes corporativas ou não, porém, ultimamente muito mais corporativa, visando lucros, receitas e um retorno de imagem muito maior e que de fato, até vos é permitido por lei, mas que não entrarei em questão agora.
Recentemente os consumidores tiveram que andar com uma pedra no sapato, ou melhor, com uma sacola!
Com a proibição da distribuição das sacolinhas plásticas, que pegávamos aos montes nos supermercados, os consumidores tiveram de se virar de alguma forma "sustentável", alguma forma não tão cara e também nem tão desconfortável, ainda mais se levarmos em conta que carregar caixas com as compras é no mínimo sofrido.
Quando resolveram proibir as tais sacolinhas, a justificativa veio em alto e bom som: "Isso reduzirá os impactos no meio ambiente e blá blá blá...", só esqueceram de avisar da mesma forma efusiva que isso também causaria impactos no bolso do consumidor, e em alguns casos específicos, supermercados ainda utilizavam a nova regra de má fé, não colocando opções ao consumidor.
Ficou selado então na Assembléia Legislativa junto à Apas (Associação Paulista de Supermercados) que cada sacolinha teria o valor incluso nos outros produtos, e que custaria em média R$0,19, mas que cada supermercado teria de dar opções ao consumidor, o que não foi feito em todos os locais.
A iniciativa ambiental coberta de dúvidas logo gerou protestos, reclamações e...mais dúvidas, e uma das maiores dúvidas é a questão do impacto efetivo que isso traria ao meio ambiente, se realmente traria benefícios ou se seria apenas mais uma fachada para que nós consumidores não tivéssemos opções, já que estamos inteiramente adaptados às sacolinhas, o que nos levaria a pagar por elas.
Em uma breve entrevista ao Cozinha Rock Bar, o biólogo e aquarista Hermes R. deixa claro que entre tantas outras formas e iniciativas sustentáveis, resolveram criar uma que não só tivesse a proposta sustentável (não tão significativa), mas alguma forma de se tirar do bolso dos outros, e que este é só mais um exemplo de vários.
A estagiária de direito do Fórum de Guarulhos Stefanie Borges diz de modo ainda mais claro: "Isso é só fachada!".
Opiniões a respeito ainda se dividem, e em meio a esta turbulência, 6 cidades de São Paulo tiveram que manter a distribuição gratuita das sacolinhas, Franca, Itapevi, Guarulhos, Mogi Mirim, Lins e Barretos terão de continuar de dar as sacolinhas para os consumidores, e outras 9 cidades incluindo a Capital, já tem projetos tramitando na câmara.
Se foi de fato uma iniciativa sustentável e obteve grande atenção do público, por que será que não deu certo em todo o território nacional?
Nós, consumidores ainda somos vítimas e "subordinados" da mídia, da imprensa, que nos guiam para a direção que quiserem, já que vivemos na maior metrópole da América Latina, fazendo com que a economia da mesma cresça conforme a população, sendo assim, ainda há muita divergência pelo fato de inúmeras pessoas ainda terem a mídia como uma referência intelectual, o que está completamente errado, a exemplo disso, o Cozinha Rock Bar abordou 15 pessoas nesta quarta-feira (16), e para o nosso espanto, destas 15 apenas 5 souberam explicar o significado real de Sustentabilidade. Mudemos então nosso conceito sobre a mídia e principalmente sobre sustentabilidade nos tempos atuais, que já não tem os mesmos princípios graças ao nosso capitalismo, coloquemos à mesa nosso questionamento, pois se apenas neste caso já conseguimos reverter a situação, poderíamos reverter muitas outras. Concordam?
Recentemente os consumidores tiveram que andar com uma pedra no sapato, ou melhor, com uma sacola!
Com a proibição da distribuição das sacolinhas plásticas, que pegávamos aos montes nos supermercados, os consumidores tiveram de se virar de alguma forma "sustentável", alguma forma não tão cara e também nem tão desconfortável, ainda mais se levarmos em conta que carregar caixas com as compras é no mínimo sofrido.
Quando resolveram proibir as tais sacolinhas, a justificativa veio em alto e bom som: "Isso reduzirá os impactos no meio ambiente e blá blá blá...", só esqueceram de avisar da mesma forma efusiva que isso também causaria impactos no bolso do consumidor, e em alguns casos específicos, supermercados ainda utilizavam a nova regra de má fé, não colocando opções ao consumidor.
Ficou selado então na Assembléia Legislativa junto à Apas (Associação Paulista de Supermercados) que cada sacolinha teria o valor incluso nos outros produtos, e que custaria em média R$0,19, mas que cada supermercado teria de dar opções ao consumidor, o que não foi feito em todos os locais.
A iniciativa ambiental coberta de dúvidas logo gerou protestos, reclamações e...mais dúvidas, e uma das maiores dúvidas é a questão do impacto efetivo que isso traria ao meio ambiente, se realmente traria benefícios ou se seria apenas mais uma fachada para que nós consumidores não tivéssemos opções, já que estamos inteiramente adaptados às sacolinhas, o que nos levaria a pagar por elas.
Em uma breve entrevista ao Cozinha Rock Bar, o biólogo e aquarista Hermes R. deixa claro que entre tantas outras formas e iniciativas sustentáveis, resolveram criar uma que não só tivesse a proposta sustentável (não tão significativa), mas alguma forma de se tirar do bolso dos outros, e que este é só mais um exemplo de vários.
A estagiária de direito do Fórum de Guarulhos Stefanie Borges diz de modo ainda mais claro: "Isso é só fachada!".
Opiniões a respeito ainda se dividem, e em meio a esta turbulência, 6 cidades de São Paulo tiveram que manter a distribuição gratuita das sacolinhas, Franca, Itapevi, Guarulhos, Mogi Mirim, Lins e Barretos terão de continuar de dar as sacolinhas para os consumidores, e outras 9 cidades incluindo a Capital, já tem projetos tramitando na câmara.
Se foi de fato uma iniciativa sustentável e obteve grande atenção do público, por que será que não deu certo em todo o território nacional?
Nós, consumidores ainda somos vítimas e "subordinados" da mídia, da imprensa, que nos guiam para a direção que quiserem, já que vivemos na maior metrópole da América Latina, fazendo com que a economia da mesma cresça conforme a população, sendo assim, ainda há muita divergência pelo fato de inúmeras pessoas ainda terem a mídia como uma referência intelectual, o que está completamente errado, a exemplo disso, o Cozinha Rock Bar abordou 15 pessoas nesta quarta-feira (16), e para o nosso espanto, destas 15 apenas 5 souberam explicar o significado real de Sustentabilidade. Mudemos então nosso conceito sobre a mídia e principalmente sobre sustentabilidade nos tempos atuais, que já não tem os mesmos princípios graças ao nosso capitalismo, coloquemos à mesa nosso questionamento, pois se apenas neste caso já conseguimos reverter a situação, poderíamos reverter muitas outras. Concordam?

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